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​Palestra que dei no 8o Encontro Nacional do Mov. Fé e Política.

Atualizar o encantamento do primeiro amor

(Espiritualidade do Bem Viver)

Marcelo Barros

Kierkegaard conta a história de um homem, um europeu que, viajando para o oriente, conheceu uma moça chinesa com a qual ele se encontrou uma única vez, numa estação de trem. Ele se apaixonou por essa mulher, mas não podia conversar com ela. Não conhecia a língua e não podia lhe escrever e nem receber suas cartas. Voltando ao seu país, decidiu aprender chinês para se comunicar com sua amada. Depois de muitas dificuldades, encontrou onde aprender chinês. Mergulhou no estudo da língua e tanto se esforçou que se tornou um eminente sinólogo, convidado a dar conferências no mundo inteiro sobre a língua e a cultura chinesa. Seus estudos, suas viagens e compromissos se tornaram tantos que, no começo, ele escrevia para a sua amada e dela recebia resposta. Depois, não mais encontrava tempo para escrever. Da outra parte, ela não sabia para onde mandar as cartas. O nosso homem acabou sendo tão importante que esqueceu a mulher pela qual aprendeu o chinês[1] .

Esta história, que parece ser real, é, ao mesmo tempo, uma parábola. Pode ajudar cada um/ uma de nós e nossos movimentos, organizações e comunidades a nos rever se também nós não corremos o risco de esquecermos a “chinesa” pela qual nos apaixonamos e pela qual nos interessamos de aprender uma nova língua e conhecer uma cultura diferente. Nesse encontro, certamente a palavra mais escutada foi o Bem Viver e algumas vezes dita em línguas indígenas. Em sua brilhante palavra inicial, nosso companheiro Pedro Ribeiro de Oliveira já nos preveniu que não se trata de voltar a um passado nostálgico e nem mesmo de copiar o modelo das sociedades indígenas. Trata-se então de que? De aprender com essas culturas ancestrais, de descobrir que elas podem nos ajudar a curar a terra e a nós mesmos, enfim, que elas são portadoras de uma atualidade profunda e misteriosa que isso sim nos arrasta e nos empolga a todos: elas são grávidas de uma profunda espiritualidade. O que nós queremos não é a forma indígena de viver o bem querer, mas a espiritualidade do Bem viver.

1 – Outro rosto da espiritualidade

Espiritualidade é uma palavra ambígua. O termo parece até negativo porque muitas vezes é compreendido em um sentido muito restrito: religioso ou espiritualista. Antes de tudo, deixemos claro:

a - Espiritualidade não é espiritualismo.

Não se trata de algo desligado do real e que divide o material e o espiritual, de forma que o espiritual seria cuidar do espírito. Espiritualidade é algo mais amplo e não divide corpo e alma, matéria e espírito. A espiritualidade abarca uma forma de viver na qual é importante tanto o cuidado com o interior da pessoa, quanto o compromisso de dar uma alma à sociedade, por exemplo, no plano cultural, social e político.

b – Espiritualidade não é intimismo.

Quem é espiritual tem de cuidar profundamente de sua interioridade, dimensão muitas vezes deixada de lado em um mundo muito voltado só para a produção e as aparências. O Dalai Lama tem razão quando denuncia que o Ocidente se desenvolveu muito “para fora”, mas não cultivou a interioridade necessária para uma vida integrada e feliz. Os espirituais antigos valorizavam muito este cuidado em se unificar interiormente. Entretanto, a verdadeira espiritualidade não tem nada a ver com nenhum tipo de intimismo ou exacerbação do individualismo. A comunidade e as relações sociais fazem parte da espiritualidade.

c – Espiritualidade não é legalismo, nem moralismo.

Espiritualidade é um caminho de amor e, portanto, se faz de graça e pela graça, ao contrário de um caminho de lei e de deveres morais. A Ética é uma dimensão fundamental da Espiritualidade, mas não como causa ou princípio da Espiritualidade, mas como conseqüência e expressão. A espiritualidade é mais do que lei e moral. É caminho de amor, é casamento.

A espiritualidade é viver e compreender a vida a partir da amorosidade e de uma dinâmica que é a da própria vida: evolução para a comunhão e para integração com o diferente. Hoje, a Física Quântica, a Biologia e a Cosmologia apontam nesta direção: existe uma flecha que está subindo, desde as mais elementares formas de organismos até a complexidade da vida e esta vai cada vez mais se complexificando até atingir a vida humana e o que chamamos de “espírito”, que seria uma espécie de consciência amorosa de mim mesmo, dos outros e do universo. Fritjof Capra, cientista e físico, escreve: “A vida não é propriedade de um único organismo ou espécie, mas de um sistema ecológico. Nenhum organismo individual vive em isolamento”[2]. Então, se trata de acolher e testemunhar uma qualidade de vida e uma opção pela vida que seja vida para todos e vida de verdade. Isso não implica em si em ser religioso/a, o que pode ser excelente para quem tem esta opção, mas, hoje, aumenta o número de pessoas que optam por fazer um caminho espiritual profundo, sem ligar-se a nenhuma religião. Ser espiritual implica em ser profundamente humano, aberto a ser permanentemente convertido ao processo de divinização que só se dá através do outro e por um caminho de solidariedade. Então, se é assim, a verdadeira espiritualidade é o caminho para a gente retomar o namoro com a chinesinha pela qual nos apaixonamos e pela qual estamos nessa de caminho de fé e também de política.

2 – Quem esqueceu a chinesinha.

Conforme o evangelho de Marcos, a primeira palavra que Jesus diz em público é que o reino de Deus está próximo. Convertam-se, isto é, mudem de vida e se liguem a essa boa notícia” (Mc 1, 14). Então, para retomar a relação com a chinesinha, é importante se dar conta de que, muitas vezes, confundimos o que deve ser método e instrumento com o objetivo maior, a meta de nosso caminho. Às vezes, as Igrejas e religiões fazem isso: no lugar de ser sinais e instrumentos do reino divino, elas se colocam como sendo o próprio reino. Às vezes, os partidos políticos e organizações sociais também fazem isso. Abandonam sua vocação de representar a sociedade na direção da justiça e da paz e passam a viver em função de seus interesses partidários e suas ambições de poder. Os índios quétchua com o seu Sumak Kwasay, os Aymara com o Sumak Kamana, os Guarani com o seu Teko Porã e os Maya na América Central com o Lekil Kuxlejal (vida verdadeiramente boa), todos eles nos vêm lembrar esse objetivo maior, essa meta do caminho que a gente não pode perder e que temos de viver desde já: no caso dos Guarani, a Terra sem Males, no caso da linguagem bíblica: o reino de Deus ou reinado divino, ou dito de uma forma mais atual: o projeto divino para o mundo e para cada um de nós.

Em outro encontro nacional de Fé e Política eu contava para vocês como foi importante para mim descobrir que na Bíblia o termo hebraico para dizer “passado” (aaron) significa realmente “aquilo que está à frente” e a palavra que a gente traduziria por “futuro” (lifne) quer dizer exatamente “aquilo que ficou para trás”. Parece uma contradição: o futuro está atrás e o passado está na frente. No começo, eu não entendi. Depois, compreendi que para o povo da Bíblia, qual era o futuro justo e melhor? Era a sociedade desenvolvida do Egito e da Babilônia que representavam o avanço, mas nessas sociedades eles eram escravos, ou era o passado do Êxodo, retomado de outra forma, vivido de modo novo, mas com o mesmo ideal do passado? É claro que na Bíblia, os profetas apontavam o Êxodo como futuro (Isaías e mais tarde o evangelho de Marcos dizem: “Uma voz clama no deserto: abri para o Senhor uma estrada”. É um novo Êxodo. Assim é que nós queremos para os povos indígenas e para nós um novo Bem viver.

Para o Brasil de hoje qual o futuro que queremos: a construção da Usina Belo Monte, a transposição do São Francisco, esses bilhões de reais gastos com estádios para a Copa de 2014 ou queremos uma sociedade que reaprenda a sobriedade e a pensar sempre nos últimos? Alguém pode dizer que uma coisa não exclui a outra e que é possível um PAC com justiça eco-social e sustentável. Tudo bem. Mas, a questão é qual é então a prioridade e o ponto de partida. É retomar o que a Bíblia chama o primeiro amor da juventude. Isso está em Oséias 2, 16- 21 e em vários outros textos bíblicos até o Apocalipse.

3 – “Escolher o caminho do bem viver” (Dt 30).

No século VII antes de Cristo, diante da ameaça de sociedades mais avançadas como a babilônica, os profetas de Israel quiseram recordar o tempo do Êxodo e escreveram o Deuteronômio. E este livro poderia ser chamado “o livro bíblico da espiritualidade do bem-viver”. Imaginem que 40 vezes o livro retoma o pedido de Deus ao povo: “Lembra-te...” e várias vezes pede: “Escuta... ama... retoma a relação com a terra...”. No capítulo 30 há uma espécie de síntese da exortação de todo o livro e é assim: “Você diante de si dois caminhos: ou você escolhe o caminho da vida, do bem viver ou escolhe o caminho que leva à morte. Escolher a vida é seguir a lei da justiça que é proposta divina e ficar ligado à comunidade e à terra” (tradução livre do Dt 30, 15- 20).   

No Novo Testamento, o que os evangelhos sinóticos chamam de reino ou reinado divino, o quarto evangelho chama de “vida em plenitude”. “Eu vim para que todas as pessoas tenham vida e vida em abundância, vida em plenitude” (Jo 10, 10). Se a gente tira do termo a pintura capitalista que às vezes ele pegou poderia se falar em “qualidade de vida”. As sociedades indígenas estão falando em bem viver.

Para isso, na carta à Igreja de Éfeso, o Apocalipse recomenda: “Retoma o teu primeiro amor” (Ap 2, 4- 5). Ele está se referindo ao que o MST e alguns movimentos sociais chamam de mística, a motivação mais profunda e apaixonada pela qual estamos nessa... É nesse sentido que o Apocalipse diz: retomem o primeiro amor. E que eu lembrava na história de Kiergaard a história da chinesinha. A fé e a política só se casarão em uma união profunda quando a gente retomar com força nossos melhores sonhos. Um provérbio indígena diz: “Só quem sonha planta árvores”. Alguém já disse que o sonho não muda os ventos da história, mas faz a gente aproveitar o vento favorável e avançar.

Nesse momento meio de cansaço e de muitas incertezas, este é um grande desafio e profundo desejo de muitos homens e mulheres cristãos. Retomar os sonhos, o entusiasmo e o encanto do primeiro amor, do primeiro tempo de namoro seria retomar a relação com chinesinha.

Como “irmão e companheiro na aflição, no reinado e na perseverança do testemunho de Jesus” (Ap 1, 9),proponho algumas dicas de como muitas comunidades na  América Latina estão vivendo esta procura e como, ligada a este caminho surge uma reflexão teológica e espiritual nova. Fazendo isso, de modo algum quero propor uma receita ou modelo de espiritualidade. Simplesmente, partilho a experiência para provocar que cada um/uma de vocês aqui possa rever o seu caminho e saber se andou esquecendo sua chinesinha. Conversar sobre espiritualidade é ousar abordar a própria intimidade do amor e para isso talvez seja melhor a partilha da vida, mais do que apenas a clareza de conceitos. É o que faço agora com vocês. Nessa partilha, antes de tudo, vamos lembrar o caminho percorrido nesse campo da espiritualidade latino-americana:  

3 – Descobrir o próprio poço para nele beber e se refazer

Todo mundo lembra: “Beber do próprio poço” é título de um dos mais importantes livros latino-americanos sobre Espiritualidade. Gustavo Gutierrez tomou este título de Pv 5, 15 e expressou a necessidade de que cada povo e cultura possa abastecer-se de suas próprias fontes espirituais. Muitos dos primeiros missionários que colonizaram a América condenaram e perseguiram as culturas indígenas e negras, como também suas religiões, acusando-as de “demoníacas”. Não permitiram que cada povo bebesse do seu próprio poço o que, em seu amor, Deus revelou a cada cultura.

O acontecimento que marcou para nossas Igrejas o surgimento de uma eclesialidade com rosto latino-americano foi a 2a Conferência do episcopado católico latino-americano em Medellin- Colômbia (1968). Ali, a Igreja assumiu o rosto de uma Igreja servidora do povo, “Igreja pobre e despojada dos meios de poder, missionária e pascal, comprometida com a libertação de todo ser humano e do ser humano por inteiro”. O poço de onde, durante estes últimos 30 anos, as Igrejas latino-americanas tiraram força e luz para sua missão e sua espiritualidade foi a comunhão com os empobrecidos, sua causa e sua caminhada própria. A inserção e o engajamento na opção pela justiça e pela libertação dos excluídos foi força de santidade e sustentou muitos irmãos e irmãs que deram a vida pelo Evangelho e pelo Reino de Deus.

Essa foi a espiritualidade dos nossos mártires e é a espiritualidade do Movimento Fé e Política: a mística do reinado divino na inserção e na participação da luta do povo do campo e da cidade, dos índios, dos negros, das mulheres e de todos os empobrecidos. Dentro desta caminhada de inserção sócio-política, um dos elementos que mais contribuiu foi a redescoberta e revalorização da Bíblia. Hoje, o método de leitura bíblica do Cebi (Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos), fundado em 1979, está espalhado por toda a América Latina e encontra no povo mais pobre uma verdadeira paixão pela Sagrada Escritura, lida com fé e ligada à vida. Essa espiritualidade bíblica nos ajudou

1 - a superar o individualismo da nossa sociedade e valorizar a comunidade. 

Em meio às culturas indígenas e negras que já são muito comunitárias e tinham formas de propriedade comunal, a espiritualidade bíblica ajudou a retomar uma mística da solidariedade que fez com que muita gente arriscasse a vida pelos outros.

2 – é uma mística da solidariedade. No meio das comunidades mais pobres, espalhou-se um jeito de viver a fé que se expressa na comunhão e na defesa dos mais fracos e injustiçados: a defesa dos lavradores sem-terra, das crianças de rua, da mulher oprimida e de todos os excluídos da sociedade.  Essa é a espiritualidade do bem viver.

3 – Uma espiritualidade de diálogo com o diferente

Nos últimos anos, compreendemos mais profundamente que este mergulho na realidade dos pequenos não pode ser apenas sócio-político, mas deve tomar a expressão da comunhão com as culturas e a valorização das religiões populares com sua profunda dimensão mística e espiritual. Essas expressões de comunhão com a natureza e de sabedoria da vida contribuíram para a defesa e a resistência dessas culturas perseguidas. Atualmente, nós cristãos as valorizamos, tanto porque percebemos nelas valores que nos ajudam, como porque temos com as culturas oprimidas uma dívida moral. Nas últimas décadas, tem se fortalecido em nosso continente uma verdadeira “espiritualidade macro-ecumênica” que é mais do que de diálogo inter-religioso. É de acompanhar o jeito de ser do povo que integra e sintetiza no próprio coração essas diferentes inspirações em uma espécie de sincretismo que não é nem de confusão nem de ecletismo indiferente ou relativista. É de comunhão para servir melhor à humanidade.

4 – uma espiritualidade que toca o afetivo que nos ensina a ser pessoas amorosas e exige de nós um amadurecimento permanente. Na carta introdutória à Agenda Latinoamericana de 2012 que já está no prelo, Dom Pedro Casaldáliga diz que o bem viver é o bem conviver. A gente sabe que essa dimensão do emocional e do afetivo, às vezes, foi esquecida e até considerada reacionária pelas esquerdas. Hoje, certamente, a própria ciência reconhece que as grandes mudanças da vida e os grandes movimentos sociais não têm sua fonte apenas na razão, mas também e até principalmente no afeto do mais profundo do nosso ser. O grande biólogo chileno Humberto Maturana afirma a centralidade das emoções na constituição do humano. Para ele, “todas as ações humanas, independentemente do espaço operacional em que se dão, se fundam no emocional porque ocorrem no espaço de ações especificado por uma emoção” (Maturana, 2001:170). Ao contrário do que se tem dito, não é a razão, mas as emoções que impulsionam e guiam o nosso viver. A própria razão é por elas embalada: “as emoções guiam o fluir do comportamento humano e lhe dão o seu caráter de ação” (Maturana, 2000:29). O propriamente humano se constitui no entrelaçamento do emocional com o racional”[3]. Estou convencido de que esse esforço para nos amorizar e amorizar todos e tudo em redor de nós é caminho e experiência de espiritualidade do bem viver e do bem conviver. Mas, para a gente aprender a bem conviver com os outros, tem sim de conviver melhor com a gente mesmo. E isso não é fácil nem espontâneo. É exigente. É preciso um método, exige a humildade de reconhecer os próprios erros e retomar sempre de novo o caminho. É preciso uma ética pessoal na relação com a gente mesmo, com os que nos são próximos e com todos os seres vivos.

Quando era ministra do Meio Ambiente, Marina Silva me dizia que todo mundo quer fazer ecologia, mas na terra do vizinho. Na sua, não. Isso que ela dizia sobre ecologia, se dá com espiritualidade, ética, conversão pessoal, coerência profunda daquilo que a gente fala com o que faz, caminho de unificação interior. Às vezes a gente cobra dos outros companheiros e companheiras, mas é sempre bom começar por a gente mesmo. Gandhi dizia: “Comece por você mesmo/a a mudança que propõe ao mundo”.  

5 – Finalmente, se é mesmo um caminho amoroso para retomar a relação com o primeiro amor, com o primeiro chamado divino em nós, com aquilo que na história inicial eu chamei de chinesinha, então, para os cristãos, uma referência fundamental é o seguimento de Jesus Cristo. Na primeira carta de João, o profeta conclui: “Quem diz pertencer a ele, deve também viver como ele viveu” (1 Jo 2, 6). Ele é para nós uma referência permanente e central. Penso que nesse caminho da espiritualidade do bem viver, cada um de nós aqui pode dizer e pode sentir o que Paulo disse de si: “Já não sou eu que vivo. É o Cristo que vive em mim” (Gl 2, 20). E isso já é verdade por uma graça, mas pode se tornar mais verdade ainda à medida que cuidamos de unificar nossa forma de pensar, de sentir, de agir e de ser. Aí sim, nesse trabalho de unificação interior, nesse esforço de, mesmo no meio das contradições e fraquezas que todos nós temos, viver uma coerência fundamental, aí sim viveremos e espalharemos o bem viver como forma de organização social e experiência de espiritualidade amorosa e ecumênica. Não podemos deixar a oração e a espiritualidade na mão dos movimentos de direita. Temos de ser pessoas da intimidade com o Espírito para podermos viver mais profundamente essa espiritualidade verdadeiramente socialista. Não esqueçam a chinesa.

[1]  - Cf. DOLORES ALEIXANDRE, r.s.c.j., Mémoire vive du “Jeu Pascal”, Mystique et Tâches de la Vie Réligieuse aujourd’hui, Conferência dada a Unione Internazionale Superiore Generali, Roma, 3 de maio de 1998, texto poligrafado, p. 7.

[2] - FRITJOF CAPRA,  As Conexões Ocultas, Ciência para uma vida sustentável, Sao Paulo, Ed. Cultrix, 2002, p. 23.

[3] - Cf. SÍLVIO ANTÔNIO BEDIN, Da magia da criação: as éticas que sustentam a escola pública, tese de doutorado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2005.  

Marcelo Barros

Camaragibe, Pernambuco, Brazil

Sou monge beneditino, chamado a trabalhar pela unidade das Igrejas e das tradições religiosas. Adoro os movimentos populares e especialmente o MST. Gosto de escrever e de me comunicar.

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